
Com jornalistas de 8 países, dirigentes e convidados, a CBF precisou organizar a apresentação do novo treinador em um hotel do Rio de Janeiro.
“As primeiras impressões muito bonitas, é uma honra, um orgulho comandar a seleção melhor do mundo.”
Logo depois, anunciou os primeiros vinte e cinco convocados.
Goleiros: Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr) e Hugo Souza (Corinthians);
Defensores: Beraldo (PSG), Carlos Augusto (Inter de Milão), Danilo (Flamengo), Léo Ortiz (Flamengo), Marquinhos (PSG), Vanderson (Monaco), Wesley (Flamengo), Alexsandro (Lille) e Alex Sandro (Flamengo);
Meio-campistas: Andreas Pereira (Fulham), Andrey Santos (Strasbourg), Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Ederson (Atalanta) e Gerson (Flamengo);
Atacantes: Antony (Betis), Estêvão (Palmeiras), Gabriel Martinelli (Arsenal), Matheus Cunha (Wolverhampton), Raphinha (Barcelona), Richarlison (Tottenham) e Vini Júnior (Real Madrid).
Uma lista com cinco jogadores do Flamengo e sem Neymar, que ainda não está 100% fisicamente.
Ancelotti disse que a estratégia que permite ganhar as partidas, ele não sabe. Mas sei que o sistema de jogo tem que depender das características dos jogadores que o Brasil tem – para fazer com que eles se sintam confortáveis em campo.
E ressaltou que a seleção precisa aproveitar a enorme qualidade que o país oferece. Sobre a mescla de jogadores jovens e outros mais experientes, como Casemiro e Richarlison – que não vinham sendo convocados, o novo treinador explicou:
“Os jovens te trazem entusiasmo, gana... E a experiência te traz conhecimento, leitura de jogo e liderança...”