Policial
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Presos acusam Marcola, suposto chefe da facção, de delatar assassinato de funcionários penais federais no Paraná.

Uma briga silenciosa, travada nos bastidores, está rachando o Primeiro Comando da Capital (PCC), a facção criminosa que nasceu em presídios paulistas e ganhou dimensão internacional. O Fantástico teve acesso a vídeos inéditos que revelam a rivalidade dentro da cúpula da facção, expondo os impactos dessa disputa pelo poder para a segurança pública.

A fissura principal se deu a partir de uma grave acusação de "caguetagem" (delação), um crime inaceitável no mundo do crime. Abel Pacheco, conhecido como Vida Loka, um criminoso com longo histórico no PCC, acusa Marcos Willians Camacho, o Marcola – número um da facção – de ter entregado Roberto Soriano, o "Tiriça", outro nome de peso no PCC.

Vida Loka e Soriano reagiram após ouvirem uma gravação de uma conversa de Marcola com o chefe de segurança do Presídio Federal de Porto Velho, em 2022, na qual Marcola dá a entender que Soriano seria o responsável pelas mortes de funcionários penais federais.

O confronto foi exposto publicamente no início de junho, durante o júri em que Soriano esteve no banco dos réus pela execução do policial penal federal Alex Belarmino. Este é, exatamente, o assassinato que, segundo as acusações, teria sido delatado por Marcola.

G1
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"