
Estilista italiano, sinônimo de modernidade e elegância, morreu 'pacificamente, cercado pelos seus entes queridos', informou a marca do fashionista.
O estilista era sinônimo do estilo moderno italiano e de elegância. Armani combinava o talento de designer com a habilidade de empresário, conduzindo uma empresa que faturava cerca de 2,3 bilhões de euros (cerca de R$ 14,6 bilhões) por ano.
Construtor de um império na indústria do luxo, "il re Giorgio" ("Rei Giorgio"), um criador visionário, destacava-se em alta-costura, prêt-à-porter, acessórios, perfumes, joias, além de arquitetura de interiores e hotéis de luxo em cidades como Milão, Paris, Nova York, Tóquio, Seul e Xangai.
"Ao longo dos anos, Giorgio Armani criou uma visão que se expandiu da moda para todos os aspectos da vida, antecipando os tempos com extraordinária clareza e precisão. Ele foi movido por uma curiosidade inexorável, atenção ao presente e as pessoas. Nesta jornada ele criou um diálogo aberto com o público, tornando-se uma figura amada e respeitada por sua capacidade de comunicar com todos. Sempre atento às necessidades da comunidade, ele se comprometeu em muitas frentes, principalmente com sua amada Milão", seguiu a empresa, que tem 50 anos de história.
"Giorgio Armani sempre fez da independência, pensamento e ação, sua marca. A companhia é o reflexo, hoje e sempre, desse sentimento. A família e os funcionários levarão o Grupo adiante no respeito e continuidade destes valores."