
Entre as principais cobranças é pela reabertura do CAPS 2, da Zona Leste, que está fechado há um ano e quatro meses. Prefeitura informou que prevê reabertura em dezembro.
Pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que estão em tratamento de problemas de saúde mental na rede municipal, fizeram um protesto na manhã desta terça-feira (4) em frente ao Palácio Felipe Camarão, prédio onde funciona a prefeitura de Natal, na Cidade Alta.
As principais reivindicações foram:
A reabertura do CAPS Leste 3, que está em obras há um ano e quatro meses. Enquanto isso, o serviço tem sido prestado de forma provisória na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Pirangi;
Uma reestruturação do CAPS 2 Oeste, o CAPS Nise da Silveira. Pacientes alegaram problemas como número insuficiente de psiquiatras e medicamentos em falta.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que os acolhimentos oferecidos pelo CAPS 3 Leste tem funcionado também no Ambulatório de Prevenção e Tratamento ao Tabagismo, Alcoolismo e Outras Drogas (APTAD), além de na UBS Pirangi, "com toda a equipe especializada na oferta de atendimentos psiquiátricos, acolhimento, atividades em grupos, plantão psicológico e dispensação de medicamentos psicotrópicos".
Sobre as obras da nova sede, a prefeitura informou que a empresa contratada pela reforma solicitou a anulação do contrato e não dará continuidade aos serviços. A SMS informou que "a pasta irá assumir a continuidade da reforma e ampliação" e que o prazo de conclusão está previsto para o mês de dezembro de 2025.
Sobre as melhorias no CAPS 2 Oeste, a pasta informou que o serviço conta com um médico psiquiatra e dois médicos clínicos com especialização em saúde mental, "que prestam todos os acolhimentos aos usuários atendidos no local".