
A empresária Rayane Figliuzzi, alvo de uma operação da Polícia Civil nesta semana, é investigada em dois inquéritos na Delegacia do Consumidor (Decon), por queimaduras sofridas por uma cliente e pelo uso de câmeras de bronzeamento, proibidas desde 2009 pela Anvisa.
"A dona da clínica vai responder pela denúncia feita por uma consumidora que sofreu lesões na câmara de bronzeamento em agosto de 2025 e também por crimes contra as relações de consumo identificados durante a fiscalização da Vigilância Sanitária e agentes da Decon no dia de ontem na clínica", explicou o delegado Wellington Vieira, titular da delegacia.
Uma resolução da Anvisa de 2009 proibiu o uso, importação e comercialização de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos.
Um equipamento desativado foi encontrado no local que abrigava o Espaço Vip Bronze na quinta-feira.
“O importante é que as pessoas fiquem longe dessas clínicas que fazem bronzeamento artificial porque já está provado que o processo é altamente perigoso e pode causar câncer", pontuou o delegado.
Rayane alegou que o local já não funciona como clínica de estética há meses. Através de sua defesa, Rayane afirmou que "medidas jurídicas cabíveis já estão sendo adotadas para a elucidação dos fatos e para a preservação de seus direitos e garantias legais".
Rayane já foi presa por estelionato, foi afastada na terça-feira do cargo de musa da escola de samba Vila Isabel e é atual namorada do cantor e ator Belo.