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“Já existe uma guerra psicológica para conseguir o pão de cada dia”, diz Davi Gonzales, 23 anos, açougueiro. Migrantes que entram no Brasil por Roraima temem um conflito entre Estados Unidos e Venezuela, mas afirmam que a prioridade é sobreviver: garantir comida, emprego e educação.

Estados Unidos e Venezuela vivem um período de forte tensão. O presidente norte-americano, Donald Trump, enviou navios e militares para operações perto da costa venezuelana com o argumento de combater o narcotráfico. Os EUA também ofereceram recompensa por líderes do governo de Nicolás Maduro, o que elevou a pressão diplomática.

A Venezuela, em resposta, denunciou ameaças à sua soberania e chegou a decretar estado de exceção diante da possibilidade de um ataque, reforçando o clima de instabilidade.
 
Apesar das declarações mais duras, não há guerra declarada entre os dois países. O cenário atual envolve operações militares dos EUA, sanções, acusações mútuas e incertezas políticas, fatores que alimentam o medo entre venezuelanos.

Enquanto isso, venezuelanos continuam fugindo da crise econômica. Desde 2015, Roraima se tornou a principal porta de entrada dessa migração no Brasil. Mais de 1 milhão de pessoas já cruzaram a fronteira, e mais da metade permaneceu no Brasil, atraída pelas políticas de acolhimento e interiorização.

G1
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"