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O primeiro fim de semana após a reabertura do Mercado da Redinha foi marcado por fluxo constante de visitantes, retomada gradual das vendas e reencontro de permissionários com um espaço que faz parte da história econômica e cultural de Natal. Com funcionamento temporário até 22 fevereiro de 2026, de domingo a domingo, das 7h às 19h, o equipamento voltou a operar durante a alta estação, reunindo gastronomia tradicional, artesanato e uma programação cultural e educativa organizada em parceria com o Sistema Fecomércio-RN, através do Sesc-RN. Para os comerciantes, a reabertura representa a recuperação de uma fonte de renda que havia sido interrompida.

Janeide Pinheiro, 57, permissionária e atuante no Mercado desde criança, ao lado da família, o funcionamento no verão será um grande incremento. “Aqui é minha vida inteira. É um trabalho que vem da minha mãe, da minha família, e ficar tanto tempo parada foi muito difícil. Agora a mercadoria é nossa, o dinheiro é nosso. Para quem estava vivendo só de auxílio, qualquer venda já faz muita diferença. É uma diferença de 100%”, relata. A expectativa é que os fins de semana sejam de alta nas vendas, não apenas para turistas, mas também para os natalenses que apreciam a culinária regional.

O Mercado da Redinha integra o Complexo Turístico da Redinha e reúne boxes de alimentação, restaurantes, espaços para artesanato, áreas de convivência e um deck com vista para o rio Potengi e a Ponte Newton Navarro. Durante o período de funcionamento temporário, os permissionários retomam as atividades em regime autorizado, com expectativa de ampliar a circulação de moradores e turistas.

A percepção positiva também é compartilhada por Ivani Florêncio, 54, que herdou da mãe o box e retomou as atividades após um longo período de incertezas. “Eu sonhava com esse dia. Agora cada um trabalha para si e isso mudou tudo”, diz. Ivani aponta que, nos primeiros dias, o movimento superou as expectativas e já trouxe incremento significativo na renda familiar. “Melhorou muito, cerca de 80%. A gente trabalha com comida feita no dia, tudo fresco, e o público está vindo”, comenta. A permissionária vende diversos produtos, desde a tradicional ginga com tapioca, caldos, batata frita e até petiscos com camarão, carne de sol e macaxeira.

Tribuna do Norte
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"