
As duas técnicas de enfermagem suspeitas de envolvimento na morte de pacientes na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga, também devem responder por homicídio qualificado, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Para os investigadores, embora não tenham aplicado diretamente as substâncias letais, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva tinham conhecimento das ações do colega, presenciaram e deixaram de agir para impedir os crimes.
Pela legislação brasileira, se confirmadas, essas condutas caracterizam participação por omissão.
A polícia sustenta que, ao não comunicarem os fatos nem adotarem providências para interromper as condutas, elas contribuíram para a morte dos pacientes.