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A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após fazer gestos racistas contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio, voltou a se defender publicamente e afirmou que nunca teve intenção de cometer um ato racista.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram a advogada chamando um trabalhador de “mono” — termo em espanhol que significa "macaco", associado a uma ofensa racial — e imitando um macaco. 

Em entrevista ao programa ‘Mediodía Noticias’, do El Trece TV, Páez disse que o episódio do dia 14 de janeiro foi um “momento emocional” e que não imaginava a repercussão do caso.

“Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca”, afirmou. “Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer.”
 
Durante a entrevista, a advogada criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, embora a maioria dos agentes tenha sido respeitosa, um deles teria dificultado o processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer.”
 
A advogada também afirmou sentir que está sendo tratada de forma desigual.

G1
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"