Brasil
captura-de-tela-2026-03-07-222527

Mais de um milhão de pets já receberam uma carteira de identidade no Brasil. O documento faz parte do cadastro no Registro Nacional de Cães e Gatos, o SinPatinhas, criado pelo governo federal para reunir informações sobre os animais de estimação no país.

Nome: Bela Gomes. Idade: 15 anos.
Shakir: 17.
Costelinha: 3 meses.

Nenhum integrante dessa turma parece disposto a enfrentar os perigos da rua sem uma carteira de identidade.

“É o medo mesmo de perder e não encontrar. Então, com a identificação fica mais fácil. Se acontecer, as pessoas têm como localizar a gente para a gente poder encontrar nossos filhinhos, né?”, diz Roseli Gomes da Silva, recepcionista.

Quando o Laranjinha escapou de casa, a Célia ofereceu recompensa. Mas não adiantou.

“Durante um ano e meio eu fiz a campanha distribuindo cartazes pelo comércio, nos postes, também contratei até um serviço de alto-falante para durante duas horas ficar rodando todo bairro divulgando o desaparecimento dele”, conta Célia Alves, aposentada.

Mais de um milhão de Lunas, Amoras e Thors brasileiros têm cadastro no Registro Nacional de Cães e Gatos, criado há quase um ano.

Com serviço de graça, em que o tutor entra com a conta gov.br no site do SinPatinhas, coloca os dados e a foto do animal. O QR Code gerado pode ser impresso e colocado na coleira do bichinho.

O Ministério do Meio Ambiente afirma que pretende usar as informações para orientar políticas públicas voltadas ao bem-estar animal.

“Queremos ampliar a quantidade de estabelecimentos veterinários e médicos veterinários que estão registrados e atuam no SinPatinhas, para que todos possam registrar os procedimentos de castração, microchipagem e o lançamento das doenças”, afirma Vanessa Negrini, diretora de direitos animais do Ministério do Meio Ambiente.

Em Santo André, no ABC paulista, funcionários do hospital veterinário municipal explicam a importância de fazer o cadastro.

“Esse controle populacional para o município é importante, né? Porque evita doenças, evita zoonoses”, diz Daniela Freire, gerente do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Saúde de Santo André.
 
É bem comum encontrar gente que se preocupa com o próprio bichinho e que já montou alguma estratégia para identificá-lo e não correr o risco de perder o seu bichinho.

Estou aqui com essas duas meninas, a Filó e a Luna. A Filó tem na guia dela a informação com o telefone do tutor. No caso da Luna, ela tem um microchip de identificação.

A Patrícia deixou de cuidar de gente, como psicóloga, para cuidar de bichos, como babá de pet. E agora coleciona histórias — como a do passeio com Solange Cristina.

“A peitoral arrebentou. E ela saiu correndo. Eu fiquei apavorada, mas graças a Deus teve um final feliz. Eu corri, peguei, dei sorte. Mas seria um problemão, porque ela não tem identificação. A tutora ficou apavorada.

Já correu hoje mesmo, já foi providenciar”, conta Patrícia Cabral, babá de pet.
 
Já pensou perder o afeto que preenche a casa?

“Eles são assim… calmante. E eu acho que o mundo precisa mais de pessoas para ajudar a cuidar deles”, diz Roseli Gomes da Silva, recepcionista.

G1
0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Receba todas as noticias em seu WhatsApp

Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"