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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, disse ao blog que vai definir na próxima segunda-feira (30) a pauta de julgamentos da Corte para abril.

Entre os casos que serão analisados, estão as ações que discutem o modelo da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.

A tendência é de que esse processos sejam julgados nas sessões da segunda semana de abril, entre os dias 8 e 9, no plenário presencial. Fachin ainda vai conversar com colegas para definir a análise do caso.

Nesta sexta, o ministro Cristiano Zanin determinou a suspensão de eleições indiretas para o mandato-tampão no governo do Estado do Rio de Janeiro até que o plenário analise a questão. Até nova definição, o governador em exercício do Rio de Janeiro é o desembargador Ricardo Couto de Castro.

PSD acionou STF em duas frentes
 
Uma das ações que serão analisadas discute trechos da lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeira (Alerj) a qual estabelece eleição indireta para a sucessão de Cláudio Castro.

A norma fixou voto aberto e prazo de 24 horas para desincompatibilização de quem quiser concorrer.

O prazo de desincompatibilização é o período legal em que um ocupante de cargo ou função pública (como secretários, juízes ou diretores de estatais) deve se afastar de suas atividades para poder concorrer a um mandato eletivo.

Esse caso começou a ser julgado no plenário virtual da Corte. A maioria dos ministros votou para fixar votação tem que ser secreta em eleição indireta e que o prazo pra desincompatibilização é de 24 horas.
 
Nesse julgamento, no entanto, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin divergiram e defenderam eleição direta.

Eles avaliam que houve desvio de finalidade na renúncia de Cláudio Castro na véspera do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Apesar de todos os ministros já terem votado, Zanin solicitou que essa ação seja analisada no plenário presencial, o que reinicia o julgamento.

Em outra frente, o PSD do Rio também entrou com uma ação para discutir a determinação do TSE de que a eleição para escolha do sucessor de Cláudio Castro deve ser indireta. Isso foi determinado no julgamento que condenou o ex-governador.

O PSD, de Eduardo Paes, alega que Castro fez uma manobra, diante da iminente cassação, pra manter seu grupo político no poder.

E que a decisão do TSE viola entendimento do STF sobre eleição direta quando a vacância de cargos ocorre antes do prazo de seis meses da eleição.

G1
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"