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O maior processo já aberto contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) prescreveu em setembro de 2025, 16 anos após o início da ação penal. Os 175 estavam sendo investigados por associação criminosa e a investigação apontava Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, como líder.

A denúncia foi apresentada em setembro de 2009 e recebida parcialmente pelo Judiciário em setembro de 2013, data que marcou o início da contagem do prazo prescricional.

O recurso apresentado em 2013 pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) para Procedimento Investigatório Criminal tinha 876 páginas. O relatório identificava, um a um, os 175 réus.
 
Anos se passaram e o processo avançou pouco devido a impasses que contribuíram para a prescrição. Entre os fatores, houve renúncia de procurações por advogados, o que exigiu a intimação pessoal dos 175 acusados para que nomeassem novos defensores.

A prescrição é a perda do direito do Estado de punir por decurso de prazo previsto em lei. Com isso, o processo é arquivado e os réus deixam de responder pelo crime. O reconhecimento da prescrição não avalia culpa ou inocência; apenas constata que o Estado perdeu o prazo para julgar.

G1
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"