
Israel afirmou neste sábado (7) que tem controle “quase total” do espaço aéreo sobre Teerã e prometeu manter os ataques contra o Irã.
Mais cedo, o país bombardeou um depósito de petróleo no sul da capital iraniana. O Exército de Israel assumiu a autoria do ataque.
“Um depósito de petróleo no sul de Teerã foi atacado pelos Estados Unidos e pelo regime sionista”, informou a agência oficial Irna.
O local fica próximo a uma importante refinaria.
A agência Ilna afirmou que as instalações da refinaria “não foram danificadas nos ataques”.
Netanyahu promete manter ofensiva
Em pronunciamento na TV, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um balanço da operação contra o Irã e disse que o país manterá “com toda a força” as ações militares.
“Temos um plano metódico, com muitas surpresas, para erradicar o regime e permitir uma mudança. Temos muitos outros objetivos, que não detalharei aqui”, afirmou.
Netanyahu declarou que, “graças aos nossos bravos pilotos e aos pilotos americanos”, Israel conseguiu o controle “quase total” do espaço aéreo sobre Teerã.
Segundo ele, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “entendeu a magnitude do perigo para os Estados Unidos e o mundo”.
“Ao povo iraniano: a hora da verdade se aproxima, porque não buscamos dividir o Irã, e sim libertá-lo do jugo da tirania e viver em paz com ele. Essa libertação depende de vocês, do bravo povo iraniano”, disse.
O primeiro-ministro também fez um alerta: quem depuser as armas “não terá nada a temer”. “Quem negar a fazê-lo, sofrerá as consequências”, afirmou.
Neste sábado (7), Trump fez novas ameaças ao Irã em uma publicação na rede social Truth Social.
“Hoje, o Irã será duramente atingido! Áreas e grupos de pessoas que não eram considerados alvos até este momento estão sob séria consideração para destruição completa e morte certa, devido ao mau comportamento do Irã”, escreveu.
O presidente americano também afirmou que o país “não é mais o ‘valentão do Oriente Médio’.
"O Irã não é mais o "valentão do Oriente Médio", mas sim 'O PERDEDOR DO ORIENTE MÉDIO', e continuará sendo por muitas décadas até se render ou, mais provavelmente, entrar em colapso total!", completou o republicano.