Saúde
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A Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC/UFRN/Ebserh) retomou 100% dos atendimentos assistenciais após dias de funcionamento sob contingência devido a uma falha no sistema elétrico do prédio principal iniciada no fim de novembro.

Durante os dias de contingência, a maternidade adotou um conjunto de medidas assistenciais e estruturais. Entre elas, a reorganização das unidades com realocação de pacientes, a instalação de sala emergencial para cesáreas, a suspensão temporária de cirurgias eletivas e o redimensionamento diário das equipes. A UTI Neonatal foi mantida em funcionamento em seu local de origem, com isolamento da rede elétrica e uso de geradores exclusivos e de reserva. Parte dos recém-nascidos recebeu alta ou foi encaminhada para unidades de retaguarda, além de transferências pontuais para outros hospitais da rede.

“Nós em momento algum paramos o atendimento médico, a nossa porta da urgência funcionou 24 horas, as pacientes que estavam no no ambiente onde teve o problema maior, elas foram transferidas para o nosso anexo dentro do hospital”, afirmou Marcelo Lorenzato, gerente de Atenção à Saúde da MEJC. Ele destacou que a atuação integrada com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) foi fundamental para garantir a assistência. “Hoje o hospital está funcionando plenamente, com centro cirúrgico obstétrico, salas de parto normal, UTI Neonatal com os dois salões e enfermarias de alto risco operando normalmente”, completou.

As informações foram apresentadas nesta quinta-feira (12), durante coletiva de imprensa convocada pela instituição para esclarecer as causas do problema, as medidas adotadas no período e os impactos na rede obstétrica estadual. A suspensão parcial dos serviços havia provocado a transferência de gestantes de alto risco para outras unidades, como o Hospital Santa Catarina.

De acordo com Vagner Freire, chefe do setor de infraestrutura da MEJC, a instabilidade teve origem em oscilações e desequilíbrios na rede elétrica da subestação que abastece o prédio principal, em média tensão. A identificação do problema ocorreu após a queima de equipamentos, como nobreaks, o que levou à contratação de uma empresa especializada em média e alta tensão. “Nós optamos por desenergizar a subestação para trabalhar com segurança, sem risco para pacientes, profissionais ou para as cirurgias”, afirmou. Durante esse período, os anexos da maternidade permaneceram em funcionamento.

Tribuna do Norte
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Comentários dos Leitores

Rafael Bezerra comentou
"E o que deu a explosão de Alcântara, onde morreram todos os 21 técnicos e cientistas do programa espacial Brasileiro? Ficou como simples acidente. Uma pena, na semana seguinte, estaríamos para lançar nossos satélites e competir com EUA, Rússia, China e Japão, em grande vantagem de economia de combustível."
Rafael Bezerra comentou
"Tamo mal, no quesito segurança."
Rafael Bezerra comentou
"Vixi! lá vem esses loucos negacionistas, de novo."
Socorro Benevides comentou
"VENDA ESSA PORCARIA"
Socorro Benevides comentou
"Quem está golpeando o país descaradamente é justamente quem ta julgando. Esse país é um cabaré"