
O Partido Social Brasileiro (PSB) realiza nesta quarta-feira (29), em Brasília, convenção nacional que vai confirmar a candidatura de Geraldo Alckmin a vice-presidente na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição.
O encontro também marca a deliberação sobre a coligação nacional com o Partido dos Trabalhadores. O presidente Lula deve comparecer à convenção, que contará ainda com presidentes de partidos aliados, parlamentares e líderes nacionais do PSB.
O PSB será o segundo partido a formalizar apoio à pré-candidatura do petista. A primeira sigla a anunciar apoio em convenção nacional à chapa Lula-Alckmin foi o Partido Democrático Trabalhista (PDT), na semana passada. O apoio foi aprovado por unanimidade dos presentes na convenção.
O presidente Lula chega à disputa eleitoral de 2026 com a mesma chapa que venceu as eleições de 2022, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e com apoio de partidos de centro e esquerda.
Além do PSB e do PDT, siglas como PCdoB, PV e PSOL sinalizaram apoio à candidatura do petista à reeleição.
Os partidos têm até 5 de agosto para fazer convenções partidárias, em que oficializam candidatos e coligações para as eleições. As siglas têm até 15 de agosto para registrar no sistema da Justiça Eleitoral os candidatos escolhidos para a disputa. As propagandas eleitorais começam em 16 de agosto.
A expectativa é que alguns partidos utilizem o prazo final para formalizar apoio, conforme as convenções partidárias avancem e o cenário eleitoral vá se consolidando.
No campo da direita, o cenário está mais fragmentado. Pré-candidaturas como as do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) desenham uma disputa marcada por outras alianças e estratégias eleitorais para 2026.